domingo, 25 de dezembro de 2016
AÇAÍ DELIRIO INAUGURA NOVO POINT EM BITUPITÁ
Hoje tem Inauguração do novo point em Bitupitá, uma mistura de sabores com Açaí.
Açaí Delirio abre as portas Agora na Avenida joão Ordenes Fiuza lima em Bitupitá, proximo ao Comércio do Pedim, o novo point em Bitupitá tem a Organização de Valdenia e Josy Amancio. Venha conferir os sabores Delirios na praia de Bitupitá
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FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO DO PROJETO SOMOS+JOVENS NA PRAIA DE BITUPITÁ
Projeto SOMOS+JOVENS celebra o primeiro ano juntos da turma com um luau nas dunas de areia na praia de Bitupitá, momento de confraternização da turma, lazer e diversão.
O luau S+J começou por volta das 18hs de hoje se encerrando antes das 20hs, infelizmente a turma toda não estava presente, apenas a metade. A festa foi tranquila e divertida, sem bebidas alcoolicas, e bastante salgados, refrigerantes e panetones.
sábado, 24 de dezembro de 2016
PROJETO SOMOS+JOVENS EM BITUPITÁ
O Projeto social SOMOS+JOVENS, é uma ação do blog Bitupitá Atividades, que atua na Comunidade de Bitupitá no Estado do Ceará com a juventude, mostrando novas oportunidades no Esporte.
Iniciamos o projeto S+J no final de junho desse ano de 2016, com a novidade do esporte Sandboard (Surf na Areia), através de doações, conseguimos iniciar com 10 pranchas, no decorrer do projeto, conseguimos mais 4 pranchas, capacetes e oculos protetores contra areia.
Hoje o projeto atua não só com o Esporte Sandboard, já demos inicio com o volêi de Praia, Slackline e Agora em dezembro vamos iniciar o Basquete na quadra da Comunidade.
O projeto S+J está com uma faixa de 40 jovens inscritos, onde cerca de de 25 do jovens estão ativos e frequenta todos os nossos esportes. O projeto é mantido por doações, interessados em nos ajudar, entre em contato pelo watsap 88981133277 Falar com Daniel Carvalho.
terça-feira, 20 de setembro de 2016
MERGULHO NO NAUFRAGIL RUY VANDELEY NA PRAIA DE BITUPITA
Recentemente publicamos a história do naufrágio Ruy Wanderley ao largo de Bitupitá, a última vila do Ceará antes da divisa com o Piauí. Ao conhecermos sua história a curiosidade aumentou e embarcamos numa viagem de 400 km por terra e mais 4 milhas náuticas por mar até o local em que se encontra o naufrágio.
Tratava-se
realmente de uma chata de de transporte de cargas em águas rasas.
Possui o fundo plano (chato) e uma proa retangular e inclinada para
superfície para facilitar o encalhe. O naufrágio está emborcado e mantém
preservados proa e popa. Seu convés está destruído, possivelmente por
ter ficado suspenso, apoiado entre proa e popa. Possuía cerca de 40m de
comprimento e uns 4m de boca. Sua popa estreita possui cerca de 3m de
comprimento e uma breve penetração é possível nesta seção do naufrágio
onde é possível observar suas máquinas.
A vida marinha é abundante na forma de pequenos peixes, alguns crustáceos, corais e gorgônias.
Materia Mar do Ceara
Materia Mar do Ceara
HISTÓRIAS DE BITUPITÁ
Na
coluna “Histórias de Bitupitá” de hoje, vamos mostrar para nossos leitores a
fascinante história do navio Ruy Wanderley que veio a pique em 1972 em frente a
comunidade Das Almas, hoje a nossa querida Bitupitá, um fato muito importante
da nossa história que muitas pessoas da comunidade ainda desconhecem, depois de
seis longos meses de pesquisa, concluímos com relatos de mais velhos,
documentos antigos e testemunhas de quem estava no local no dia do acidente, e,
é com muito prazer que dividimos esse momento histórico com a galera do BA.
O NAUFRAGO DO NAVIO RUY WANDERLEY NO MAR DE BITUPITÁ
Em
meados dos anos 70, em Bitupitá existia uma comitiva de estivadores que
trabalhavam intensamente com manuseio de carga, sendo uma das principais o sal,
transportados pelo o rio Timonha das salinas de Chaval para navios que ficavam
fundeados no mar em frente à antiga comunidade Das Almas (Bitupitá), um
trabalho rotineiro que movimentava bastante a área com barcaças, onde se
relatava que o sal era transportado para quase todo o Brasil.
No
final de fevereiro de 1972 entre os dias 26 a 28, chegava à costa Bitupitaense
o navio de nome Minuano para receber cargas de sal, ficando fundeado em aproximadamente
5 km da praia, em uma profundidade de 10 a 12 metros, comparados nos dias de
hoje seria mais um menos entre os currais de numero 32 a 40. Fundeados em alto
mar aguardava os navios Alvarenga (navios de cargas tipo rebocador) com as
cargas de sal transportados das salinas da de Chaval pelo o rio timonha. Um deles
era o navio Ruy Wanderley que pegava sempre a estiva de “Bitu” na barra do
pontal das Almas.
Em uma
tarde comum do dia 5 de março de 1972, como mar um pouco agitado o navio
Minuano começava a receber carga do navio Ruy Wanderley, a contra-bordo, a
carga era içada com guindastes para os porões do navio Minuano, sempre com
movimentos cauteloso devido o balança do mar, nessa movimentação das ondas, os
dois navios se chocavam pelas laterais, com a pressa para terminar a carga, o
mestre do Ruy não se preocupou muito com as batidas e continuou, no outro lado,
ficava aguardando o navio Arcos para também realizar a manobra, foi na hora que
um dos guincheiros observou ondas entrando no navio sem escoar para fora,
relata o mesmo para o Blog.
Por
volta das 18hs da tarde do dia 5 de março de 1972 começou a manobra de descer
as cargas, segundo o guincheiro entrevistado pelo o blog, após a descida da
primeira lingada a tripulação sentiu o navio descer devido à sobrecarga, com
isso começaram as pressas o trabalho para retirar as caçambas de sal de dentro
e evitar o naufrago, que infelizmente não adiantou, daí um dos estivadores
começou a gritar “o navio esta afundando, cortas os cabos, corta os cabos” cortaram
os cabos para evitar que os dois navios fossem a pique e saltaram para o
resgate, que eram as canoas que pescavam no local. Já era noite quando o navio
Ruy Wanderley se despedia do seu trabalho em um trágico acidente, por volta das
19hs só se via uma pequena ponta do mastro do grande Ruy.
O Navio
Ruy Wanderley naufragou no dia 5 de março de 1972 por volta das 18hs em uma
profundidade de 8 metros na maré baixa e em mais ou menos na distancia de 5 km
da praia, sendo hoje possível ver em um mergulho ao lado do curral de numero 32.
O
relatório do inquérito atribuiu o acidente as fortes pancadas no Minuano e
considera responsável o mestre João Fagundes de oliveira e o imediato (moço de
convés) José felinto da Silva por insistirem no transbordo de cargas naquelas
condições, sendo representado contra pela procuradoria por negligencia e imprudência,
sendo condenados a pena de multa de pagar um salário mínimo vigente a época do
acidente. Mais detalhes sobre a condenação consultando o processo no tribunal marítimo
no link abaixo.
https://www.mar.mil.br/tm/download/anuario/1973/6765.pdf
Entrevistados: Joab,
Antônio Veras, Raimunda Luiz (esposa de estivador)
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