PAIS BRILHANTES, PROFESSORES FASCINANTES
O livro tem como
objetivo mostrar aos pais e aos educadores que não é o suficiente se contentar
com o bom e sim buscar o brilhantismo e o fascinante para alcançar o máximo em
termos de resultado prático. Sete
hábitos que os bons pais praticam no dia-dia os quais são comparados com os
hábitos dos pais brilhantes são apresentados detalhadamente na primeira parte.
São conceitos importantíssimos que despertam no leitor o desejo de reciclagem
na área que envolve a educação de filhos. Entre os sete costumes praticados por
todos os bons pais, um deles é a prática sistemática de presentear seus filhos,
dentro de suas possibilidades financeiras, com inúmeros presentes materiais. Em
contrapartida, os pais brilhantes, não deixam de fazer o mesmo, porém ensinam
seus filhos sobre o consumismo e as conseqüências que ele pode causar na
estabilidade emocional.
Na parte dois o enfoque está voltado para os professores responsáveis de levar informações aos seus alunos na sala de aula. Alegando que os bons professores são possuidores de conhecimento acadêmico, boa eloqüência e consideram o aluno como um ser humano. Entretanto, os fascinantes fazem da informação uma fonte de conhecimento que resulta em experiência favorável de vida. Diz ainda que o hábito inicial do professor fascinante é procurar entender a mente de cada aluno e oferecer a eles respostas diferenciadas das rotineiras. Na seqüência apresenta os sete erros principais dos educadores que devem ser evitados. È trabalhado, nesta literatura a área da memória, sendo ela uma espécie de caixa de segredos da personalidade, que identifica cada ser humano. Ao contrário de muitos profissionais da área, o autor defende a tese que não há lembrança pura e que os registros automáticos da memória, identificado com a sigla - (RAM) – é algo que acontece involuntariamente no ser humano. Cada situação, por exemplo, pensamento, ansiedade, medo, alegria, etc., são registrados na mente e farão parte da existência de cada homem. Entretanto, não há possibilidade de apagá-las como se fossem arquivos de computador, a não ser que haja um AVC – Acidente Vascular Cerebral. Neste caso, como solução para os traumas ou registros indesejáveis na mente, ele apresenta o método de reeditar novos arquivos positivos sobre as informações negativas existentes.
Na parte dois o enfoque está voltado para os professores responsáveis de levar informações aos seus alunos na sala de aula. Alegando que os bons professores são possuidores de conhecimento acadêmico, boa eloqüência e consideram o aluno como um ser humano. Entretanto, os fascinantes fazem da informação uma fonte de conhecimento que resulta em experiência favorável de vida. Diz ainda que o hábito inicial do professor fascinante é procurar entender a mente de cada aluno e oferecer a eles respostas diferenciadas das rotineiras. Na seqüência apresenta os sete erros principais dos educadores que devem ser evitados. È trabalhado, nesta literatura a área da memória, sendo ela uma espécie de caixa de segredos da personalidade, que identifica cada ser humano. Ao contrário de muitos profissionais da área, o autor defende a tese que não há lembrança pura e que os registros automáticos da memória, identificado com a sigla - (RAM) – é algo que acontece involuntariamente no ser humano. Cada situação, por exemplo, pensamento, ansiedade, medo, alegria, etc., são registrados na mente e farão parte da existência de cada homem. Entretanto, não há possibilidade de apagá-las como se fossem arquivos de computador, a não ser que haja um AVC – Acidente Vascular Cerebral. Neste caso, como solução para os traumas ou registros indesejáveis na mente, ele apresenta o método de reeditar novos arquivos positivos sobre as informações negativas existentes.
Espero que todos gostem da
dica dessa semana, Pais brilhantes, Professores fascinantes. Boa leitura
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